consciência tranquila
São duas da manhã. Entre copos e outras coisas boas que esmiuçarei aqui a seu tempo, estou ao telefone e ao computador a ajudar os meus colegas de trabalho. Vou dormir uma miséria de horas. Mas vou acordar cedo para ir votar às 9 ou coisa assim, porque depois tenho que ir ter com bons amigos para uma lauta refeição e para aproveitar os últimos dias deste verão maravilhoso. Vai-me custar levantar cedo. Mas custar-me-ia mais ser surpreendido pela eleição de alguém que abomino e saber que não tinha votado contra isso. Que não tinha feito a minha parte. Que não tinha exercido o meu dever.
E é só isso. E agora vou ali dar umas cabeçadas à almofada.